Tenho martelado isso na minha cabeça há pelo menos 40 dias, desde o primeiro papo. Complicado né?! Eu sei, acredite!

Você já me deu mais de 1000 indiretas que não quer se prender e tudo bem, eu também não quero… pelo menos eu não queria antes de te conhecer. Depois disso FUDEEEEEU, fudeu muito e já não sei mais.

Neste exato momento estamos conversando, mais uma noite, como todas as outras nas últimas semanas. Fico me questionando, continuo nessa sequência incansável ou parto pra outra? Porque é perigoso né.

E na real, eu nem acho que isso seja possível mais, partir pra outra. Eu sei reconhecer quando já me conquistaram. E outra, apesar de você dizer que não, você tem me dado ainda mais corda. Eu faço o que posso, me enrolo nela, conscientemente.

Enfim, fudeu de vez!!!

Dias depois eu volto, volto porque não terminei de dizer tudo que eu queria. Vi de cabeça fria as tantas qualidades que você tem: gostar de cachorros, de filmes de Natal, de ler, sair, e o mais incrível… gosta incansavelmente de viver e viver. Só que existe um problema, estar contigo significa, pra mim, abrir mão de grande parte do que sou, e uma relação que tem um entrave absurdo já no seu início é complicado. 

Outro dia e eu aqui novamente. Esse texto já tinha terminado, mas parece que você também percebeu o caminho que isso podia tomar. Nos separamos abruptamente, quase que simultaneamente um com o outro. E por mim tá tudo bem, estou tranquilo Não sei o que somos, mas da pra imaginar o que poderíamos ter sido.

Enfim, esse texto conta uma quase história de amor.